Ninguém sai igual da DCO. Até para ser feliz é
preciso estratégia.
Seja o protagonista na sua
carreira profissional.
A gente é muito maior
do que nossas circunstâncias.
Vamos ajudar você a gerir
os seus sonhos.
Você é muito maior que pensa.

Eles caíram na real

Acostumados a mimos e salários atraentes, os jovens ajustaram suas expectativas diante da crise financeira global.

A geração do milênio, formada por quem nasceu a partir da década de 1980, começou a carreira de forma atípica. Eles tiveram boa educação e deram a sorte de entrar no mercado num momento favorável, com empresas dispostas a pagar benefícios raros a iniciantes e salários bem acima da média, incluindo bônus, premiações e horários flexíveis de trabalho. “Era a única forma de reter essa turma tão disputada”, afirma João Lins, da consultoria PricewaterhouseCoopers (PWC). Não mais. Com os desdobramentos da crise financeira global, o mercado cortou os excessos. A oferta de vagas diminuiu, e a nova geração teve de fazer concessões, mostra uma pesquisa iné-dita da PWC. Ela compara dados de 2011 com os de 2008, antes da crise. O levantamento foi feito em 75 países, entre eles o Brasil. Trabalhadores americanos e europeus foram os que mais perderam benefícios. Boa parte dos jovens (32%) diz que aceita ganhar me-nos do que supõe merecer e 15% topam trabalhar em empresas distantes de sua residência, algo pouco comum há cerca de três anos.

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