Seja o protagonista na sua
carreira profissional.
Você é muito maior que pensa. Vamos ajudar você a gerir
os seus sonhos.
Até para ser feliz é
preciso estratégia.
A gente é muito maior
do que nossas circunstâncias.
Ninguém sai igual da DCO.

Regras em minha opinião

Em minha opinião (doxa, não acredito em episteme), pessoas desenvolvidas têm consciência de não saber se sabem.

Regras são feitas por quem pensa que sabe.

Acho que uma boa regra é: não faça regras!

Regras são tentativas de aprisionar uma realidade dinâmica feita de padrões extremamente mutáveis.

Elas não dão (tentam dar?) uma falsa segurança, fruto de nosso (tolo?) anseio por permanência.

Um mestre Zen dizia que devemos ter ‘mente de principiante’, isto é, todas às vezes é a ‘primeira vez’, pois tudo é sempre diferente, único. Tom Peters diz que ‘estamos numa briga sem regras’. Então vamos desconfiar das regras.

Continuo minha reflexão:

Modelos, quando não questionados, são organizadores auto-realizáveis e auto-proféticos da experiência. São, portanto, auto-valiadores. Se você não tem consciência do que são modelos, você os considera como ‘verdade’ e aí “realiza coisas”. Se você ‘pensa que sabe’, então pode reformular regras para atingir resultados desejados. Aí a boa regra é: faça regras!

Isto é à base da “M b O” (Menagement by Objectives) e me parece válido para um ambiente que entendemos ser estável (estático?).

Então qual a boa regra?

Não faça regras e faça regras!

Isto é complementaridade, Bohr, e também o pensamento “MU” do Zen.

Autor: Professor Azevedo

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